É disso que eu preciso, descanso, me peguei lembrando de uma casa de praia, rede na varanda, grama verde, passarinhos e uma única companhia, um bom livro, que nem precisa ser tão bom assim, um livro legal, nada de papo cabeça, pois a minha cabeça não quer ser 'cabeça'. Não, hoje não. Mas a rede, ah, a rede, uma brisa daquelas leves que refrescam a perna quente do sol. Sonho.
Hoje o que me resta é a não brisa do ar condicionado, a leitura de e-mails burocráticos e um pouco de Nouvelle Vague nos fones para não ouvir o burburinho e barulho de teclados. Mas a mente, ahhh a mente, está na rede, no livro e no silêncio, e por que não, uma água de côco?
Ai, a semana há de acabar...
Cames.